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A MÚSICA QUE ACALMA, QUE ACALENTA, QUE CURA

Para mim, seria impossível encarar os tantos problemas de ordem mental que eu e outras pessoas enfrentamos, sem ter pelo menos um pouquinho de religiosidade na vida. Com todo carinho aos meus amigos ateus (mesmo porque tem muitos ateus mais próximos de Cristo que grande parte dos que se dizem cristãos), mas não consigo me imaginar sem a presença de Deus e, como católico que sou, sem o olhar amoroso de Maria em minhas lutas, em especial quando ela está representada por Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, e Nossa Senhora de Guadalupe, padroeira da nossa América Latina. E uma das formas de manter-me sempre ligado em suas maternais ações é estar sempre atento aos milagres e mistérios que ambas nos mostram. Uma delas é a famosa "Música do Manto", de Guadalupe. Uma linda canção que vem tomando conta do mundo. A descoberta foi feita através de uma análise matemática e musical da imagem original do manto. Fernando Ojeda, que é um contador público mexicano, observou que a im...
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FELCA VOLTA A VIRALIZAR NO YOUTUBE CONTANDO A PRÓPRIA HISTÓRIA

Felca retorna ao YouTube e relata bullying, fobia social e ideação suicida em novo vídeo. Tem que ser corajoso pra mostrar seus medos. O influenciador Felipe Bressanim Pereira, conhecido como Felca, publicou nesta terça-feira (20) um novo vídeo no YouTube, o primeiro desde "Adultização", produção que viralizou há cerca de um ano e impulsionou o debate nacional sobre a proteção de crianças e adolescentes na internet. Detalhe: o novo vídeo, no momento desta postagem, já tinha ultrapassado 5 milhões de visualizações. No novo conteúdo, Felca deixa de lado o formato investigativo para contar a própria história. Ele relata episódios de bullying sofridos na infância e adolescência, fala sobre o diagnóstico de fobia social, descreve períodos de ideação suicida e anuncia um desafio pessoal para enfrentar o medo de interações sociais. Segundo o influenciador, os traumas começaram na escola. Ele afirma ter sofrido agressões físicas recorrentes entre os 12 e os 18 anos, incluindo um espa...

COMO SABER SE SUAS OSCILAÇÕES DE HUMOR SÃO NORMAIS OU UM TRANSTORNO?

  Seu humor muda muito? Saiba a diferença entre uma fase normal e um sinal de alerta. Você já acordou super animado, pronto para mudar o mundo, e à tarde sentiu uma vontade enorme de sumir? Ou já passou dias naquela "bad" sem motivo aparente? Calma. Isso acontece com todo mundo. A vida é feita de altos e baixos. Mas, às vezes, essas oscilações ficam tão intensas que começam a atrapalhar o trabalho, os estudos e as relações. E é aí que precisamos prestar atenção. Hoje, quero conversar diretamente com você sobre um assunto sério, mas que muita gente confunde: como saber se o que eu sinto é só uma flutuação normal ou se pode ser um episódio de mania e depressão? Vem comigo que vou te explicar de um jeito simples. O que é normal? (E o que não é) Sabe quando você fica chateado porque perdeu o ônibus ou fica feliz porque recebeu uma notícia boa? Isso é normal. O nosso humor reage ao que acontece ao nosso redor. Ele oscila, mas volta ao normal depois de um tempo. O problema começa q...

18 DIAS APÓS TRANSPLANTE DE PULMÃO, MULHER CANTA "TEMPO PERDIDO" SEM PERDER O FÔLEGO E VIRA SÍMBOLO DE VIDA

Quando estou pra baixo (coisa normal para um bipolar), especialmente por não conseguir meios de superar um desafio, procuro coisas que possam me inspirar. Hoje, a história que mexeu comigo foi a de Mirley Travalon, de 33 anos. Ela passou por um transplante de pulmão e, 18 dias depois, cantou com toda a sua força sem perder o fôlego... e sem perceber. A cena, registrada em vídeo, mostra o momento em que ela, no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, cantou "Tempo Perdido", da Legião Urbana, junto com os Doutores da Alegria. Só que dessa vez, algo havia mudado. "Durante tantos anos, cantar era sinônimo de falta de ar. Era sempre uma luta com a tosse", contou. Desta vez, ela cantou do começo ao fim, sem perder o fôlego. Sem passar mal. Sem tosse. "Eu simplesmente cantei", resumiu. A história de Mirley é marcada por uma luta de 10 anos contra uma doença autoimune rara, agravada por um diagnóstico médico errado que atrasou o tratamento. Com apenas 16...

SALTO QUANTICO: MUDE SUA REALIDADE COM ELE

Quantas vezes, ao encarar um trabalho que não gostamos, ou um relacionamento tóxico no qual entramos por escolha, ou dias e dias de frustrações, não dizemos: "Eu não nasci pra isso"! Quer saber? Não nasceu mesmo, mas talvez mantenha formas de pensar que o mantém nisso. Mas você pode mudar, e de um jeito que é tão fácil que não dá nem para acreditar! Imagine que o universo não é uma única linha reta de tempo, mas um campo infinito de possibilidades — como um vasto arquivo de filmes, onde cada filme é uma versão diferente da sua vida. Nessa metáfora, você não está preso em um único filme. Você possui um controle remoto para mudar de canal. O problema é que a maioria de nós esqueceu como usá-lo. O "salto" não é sobre ser teletransportado magicamente para outro lugar. É sobre sintonizar gradualmente a frequência da realidade que você deseja, até que ela se torne a sua experiência dominante. É como sintonizar um rádio: você gira o dial (muda sua energia interna) até enco...

AGRADEÇA, MAS VALORIZE-SE!

Engraçado como algumas lembranças parecem "acordar" a gente... É fácil perceber como certas atitudes, que pareciam inofensivas num determinado período, com o passar do tempo se tornam maléficas, e nem percebemos que isso está acontecendo. Minha infância não era das mais abastadas (eu diria, nem um pouco abastada), mas a gente se virava como podia. Eu odiava miudezas (de boi e de aves), mas naquela época era a única forma da gente dizer que comia "carne". E eu afirmava que "adorava", apenas pra deixar feliz quem, com muito esforço, só conseguia isso: meu pai, lutando para se aposentar, e minha mãe, batalhadora mas sem emprego fixo. Volta e meia, quando o dinheirinho da roça, da colheita de algodão, sobrava, era possível comprar um frango. Ou o dito cujo era mesmo um dos que criávamos no quintal, escolhido a dedo pelo meu pai. Depois de cozido, todos nós já sabíamos: os melhores pedaços iriam para o patriarca, e depois a mãe dividia o restante com os filhos....

CRÔNICA DE UM DIA BÁSICO DO BIPOLAR

A gente sabe se o dia vai começar mal quando acorda com o coração acelerado, como se tivesse corrido uma maratona antes mesmo de abrir os olhos. A ansiedade já está lá, sentada à beira da minha cama, esperando eu despertar para começar seu show. Respiro fundo, como o terapeuta ensinou: "Quatro segundos inspirando, sete segundos segurando, oito soltando." Mas tem dias em que o ar parece pesado, grudento, como se eu estivesse tentando respirar dentro de um saco plástico. Sou bipolar. Isso não é um rótulo, é um fato! E embora muita gente prefira usar esta verdade contra mim, decidi há muito tempo encarar as consequências de falar sobre isso. Faço tratamento, tomo os remédios religiosamente, evito gatilhos — álcool, noites maldormidas, estresse desnecessário.  Mas a vida, ah, a vida tem seus próprios planos. Perceba se você não se enquadra em momentos assim: Quando as coisas apertam: contas se acumulam, projetos  importantes desmoronam, uma discussão besta que tira o sono. O meu ...